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Palestinos fazem disparos; Israel contra-ataca 

Muitos projéteis foram interceptados pelo escudo antimísseis israelenses. Não houve registro de vítimas.  Fumaça foi vista na Faixa de Gaza...


Muitos projéteis foram interceptados pelo escudo antimísseis israelenses. Não houve registro de vítimas.  Fumaça foi vista na Faixa de Gaza após ataque israelense nesta terça-feira (29) Thomas Coex / AFP Militantes palestinos lançaram, a partir da Faixa de Gaza, cerca de 30 morteiros em direção ao sul do território de Israel nesta terça-feira. O exército israelense contra-atacou, atingindo infraestruturas do Hamas e da Jihad Islâmica na Faixa de Gaza. Os braços armados desses dois movimentos anunciaram em um comunicado conjunto, algo pouco comum, sua "responsabilidade nesses ataques contra posições militares e assentamentos sionistas próximos à Faixa de Gaza". De acordo com o Exército de Israel, os projéteis foram disparados em direção a vários pontos do território israelense, e muitos "foram interceptados pelo sistema antimísseis Cúpula de Ferro". Não houve registro de vítimas. Um dos projéteis, porém, explodiu no pátio de um jardim de infância, danificando suas paredes, cerca de uma hora antes do horário marcado para ser inaugurado, de acordo com a Reuters. Os disparos desta terça-feira aconteceram poucas horas antes da saída de um barco da Faixa de Gaza com o objetivo, segundo os organizadores, de romper o bloqueio que Israel impõe ao território palestino há 10 anos. Premiê promete resposta O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, prometeu responder com força ao ataque palestino, considerado o maior desde a guerra de 2014 em Gaza. "Israel leva muito a sério os ataques realizados pelo Hamas e a Jihad Islâmica a partir da Faixa de Gaza. As Forças Armadas responderão com força a estes ataques", afirmou o premiê. Tensão na fronteira Nesta segunda-feira, um disparo de tanque israelense matou um palestino que tentava se aproximar da fronteira da Faixa de Gaza com Israel. Pelo menos 121 palestinos morreram por disparos israelenses desde 30 de março, quando começou uma mobilização de várias semanas pelo direito de retorno às terras das quais foram expulsos em 1948, quando o Estado de Israel foi fundado. O dia mais violento dos protestos, com 61 mortos, foi 14 de maio, quando o governo dos Estados Unidos inaugurou sua embaixada em Jerusalém.

Fonte G1 > Mundo
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